Minhas Sinceras mais inuteis desculpas

  As vezes desculpas não são a solução, mas é o máximo que eu posso fazer te pedir desculpas e esperar por seu perdão mais sincero, esperar que as coisas voltem a ser como eram, ou então simplesmente mudem pra melhor. Não aguentava aquele silêncio (não proposital) que me cortava a cada suspiro que não vinha seguido de um ”esse suspiro é culpa sua” ou então de um “eu te amo” sincero como os que você costumava me dizer. Era apenas um silêncio as vezes cortado por um suspiro de tristeza ou então por um choro engolido.
   Dói eu admito, dói te ver assim, dói saber que é por minha causa e dói mais ainda não poder te abraçar, olhar nos teus olhos e dizer ”vai passar, eu estou aqui com você”.

 Minhas sinceras desculpas, mesmo não funcionando é o que eu posso fazer

Paradise Lost

Miles away from distance.
There you were.
I caught you smile, I caught your eyes.
The night caught your beauty.
I fell asleep think about you.
I woke up think about you.
I ate thinking about you.
And there you were, one more time.
Now, you caught my breath.
You caught me in your web.
You took me away with you.
Took me like a dove.
We can’t be apart, although now we are.

You are my Paradise Lost.

Drop Dead

Turning to blue.
Always thinking about you.
Smelling your sent,
Feeling your warm.
Catching your words,
Falling through your thoughts.
I’d die just to let you live.
Because I shall never leave.

“Descobri o significado da palavra amor naquele momento. Soube finalmente porque existem tantas explicações de tantos poetas diferentes para uma mesma palavra.”

(Livro O Preço De Uma Lição em Setembro na Bienal )


Love is what we’ve got, a terrible mistake.

This bedroom has caught on fire and killed two birds with one stone,

A terrible love song, you sang it so sweet.

Love is what we lost, we had a connection.

This feeling has gone too far, and killed two birds with one stone,

terrible love song, you sang it so sweet.

And if I ever see you again, and this gun is loaded,

You’ll sleep in hell.

Bailarina e o soldado de chumbo

De repente toda mágica se acabou e na nossa casinha apertada
Tá faltando graça e tá sobrando espaço
To sobrando num sobrado sem ventilador
Vai dizer, que nossas preces não alcançaram o céu
Coração, que ainda vem me perguntar o que conteceu
Contece seu rosto por acaso ainda tem o gosto meu

Com duas conchas nas mãos, vem vestida de ouro e poeira
Falando de um jeito maneira
Da lua, da estrela e de um certo mal
Que agora acompanha seu dia, e pra minha poesia é o ponto final
É o ponto em que recomeço, recanto e despeço da magia que balança o mundo
Bailarina, soldado de chumbo
Bailarina, soldado de chumbo
Beijo e dor
Bailarina, soldado de chumbo
Nossa casinha pequena parece vazia sem o teu balé
Sem teu café requentado soldado de chumbo não fica de pé
Nossa casinha vazia parece pequena sem o teu balé
Sem teu café requentado soldado de chumbo não fica de pé

é assim que te amo

Não te amo como se fosses rosa de sal,

topázio, ou flechas de cravos que atiram chamas.

Te amo como se amam certas coisas escuras,

secretamente, entre a sombra e a alma.

Eu te amo sem saber como, nem quando e nem onde.

Te amo simplesmente,

sem complicações nem orgulho.
Assim te amo porque não conheço outra maneira.
Tão profundamente
que a tua mão no meu peito é a minha.
Tão profundamente
que quando fecho os olhos, contigo eu sonho.
É assim que te amo
e nada mais me importa.

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