Sua falta…

Jamais pensei que sentiria tanto a sua falta. Esse final de semana sem falar com você, pareceu um ano. Os dias passavam devagar e as noites mais lentas ainda — em alguns momentos eu pudera jurar que havia descansado toda uma eternidade — às vezes, pareciam intermináveis as madrugadas em que passei lhe escrevendo cartas que jamais lhe entregaria. Eu senti tanto a sua falta. Senti falta dos seus mínimos defeitos, das suas enormes qualidades. Do seu encantador sorriso, do seu ciúme que poderia ser um pouco obsoleto, da sua paixão. De você. Cada dia parecia um mês. Cada minuto parecia uma aula de trigonometria sem fim. Cada tic-tac do relógio parecia uma tortura que acabara apenas de começar. Cada música me lembrava você, cada lágrima levava um pouco da sua ausência, cada lembrança me fazia sorrir. Queria ter ouvido sua voz nab sexta-feira. Queria ter recebido uma mensagem sua no domingo. Queria estar ao seu lado todos os dias. Falta-me coragem de dizer tudo o que eu sinto por você, apenas por medo bobo de ser como antes. Mas eu direi. Não apenas direi, como também gritei. Eu preciso de você, sempre. Mesmo quando eu digo que não, mesmo que eu diga para ir, mesmo que eu diga qualquer coisa. Eu te quero sempre ao meu lado. Sempre. E eu te amo, em cada entre-linha desse texto eu digo que te amo, em cada suspiro que eu dou eu digo eu te amo, em cada tudo ou nada que eu faça, eu estarei dizendo que te amo. Sempre.

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